segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Mais uma Passagem de Ano

Não poderia deixar de passar por aqui para vos desejar um excelente ano 2013. É sempre muito cliché, mas, realmente, desejo que todos consigam ser o mais felizes que lhes for permitido ser, que riam muito, que se divirtam a valer, que chorem de vez em quando (também faz bem), mas, essencialmente, que vivam e aproveitem a vida.
Este ano foi muito complicado para mim. Não estou na melhor forma, mas estou aqui. Ainda com tempo de me recompor, de fazer com que as coisas batam certinho.
 
Sejam felizes e façam do mundo um lugar mais consciente, mais altruísta.
 
P.S.: Tenham juizinho e bebam com moderação que isso de se andar sempre ébrio não tem jeiteira nenhuma. Vá, tenham cuidado!


domingo, 30 de dezembro de 2012



Estou viva para contar!
 

Já era para vos ter contado, mas, entretanto, surgiu o John Mayer e isto teve que esperar um bocadinho. Sobrevivi sem mazelas de maior ao primeiro dia de saldos. A Zara estava insuportável, o ar abafadíssimo, gente a fazer lembrar os campos de refugiados. O civismo que já é pouco habitualmente, ontem foi apanhar batatas para longe e deixou saudadinhas. Roupa espalhada pelo chão, muito pouco cuidado a pegar nas peças, montanhas de camisolas sobre as mesas... Enfim, o costume.
Não trouxe nada de lá. A minha irmã ainda comprou umas slipper por €12,90. Eu não consegui encantar-me com a relação qualidade/preço dos trapinhos. Os sobretudos não têm muito bom ar e são daqueles que apanham imenso pêlo. Desapontaram-me.
Optei então por ir até à Tiffosi e comprei uma t-shirt na secção de homem por 5 euros e depois ainda entrei numa daquelas lojas finas de rua e apaixonei-me por um blusão Silvian Heach com uma cor azul lindíssima, em polipele de excelente qualidade.
E pronto, desta feita, restam-me os jeans. Ainda dei uma volta pela Levis, mas estava tudo carote e os modelos eram aquele arroz com feijão do costume.

 
 
 
 


sábado, 29 de dezembro de 2012

 
O Pesente
 
Pois é, caros leitores, chegámos aos 100 e, como tal, tenho que presentear alguém, porque sou uma mãos largas!
Pensei, pensei e cheguei à conclusão que, embora não disponha de grande dinheiro para vos comprar um presentinho em bom, tenho aqui por casa coisas giras, de qualidade, quase novas, que posso partilhar convosco.
Tenho para oferecer o álbum Heavier Things do John Mayer. Ouvi apenas uma vez. O Mayer não é homem de me levar a um concerto. Tiro-lhe o chapéu pelo talento e desenvoltura com a guitarra e pela sua fantástica Fender Stratocaster de assinatura.
Para se habilitarem a ganhar o cd, basta fazer um gosto na página do facebook. Quem não tiver conta, avisa-me apenas por aqui que eu ponho também o seu nome na lista.
Vá, agora digam que não sou amiga!


 
 




A tolice dos desgraçados. 

Bem, já não é a primeira vez que me aparece por aqui um papalvo qualquer com aquele nervoso miudinho que não lhe permite identificar-se, no entanto, gosta de exibir-se através do disparate. O blog é público e os comentários não serão moderados, a menos que isto vire um galinheiro. Não sou tontinha nenhuma para não perceber que se trata de uma agressão não ao que escrevo (que até era ligítimo), mas sim ao que represento ou ao que representei na vida de alguém em determinado momento.
Tive a infelicidade de aturar gente de índole rasteira e medíocre que, graciosamente, soube deixar ficar pelo caminho por me sobrecarregarem com energias negativas.
Portanto, para essas pessoas, embora não lhes deseje maior mal do que a sua exitência lhes proporciona, prefiro que passem longe, que sofram de amnésia temporária e se esqueçam que alguma vez tiveram o prazer de privar comigo.
Comam, bebam, fodam à vontade, aproveitem a vida o melhor que conseguirem, reinventem-se, se a isso se permitirem, mas vivam as vossas vidas. Não percam os vossos noventa anos a ser sorrateiros, melindrosos, invejosos e futriqueiros.



 


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012


As loucuras dos saldos

Bem, o mulherio anda em histeria por causa dos saldos na Zara e é preciso ter calma que aquilo é um antro de perdição.
Para quem está a pensar atacar os saldos para reabastecer o armário, há algumas regras a ter em conta, das quais até já falei aqui. Analisar muito bem o que se precisa de facto, ver a palete de cores, dar uma voltinha pelos básicos e criar uma lista do que, realmente, faz falta, é essencial se não quisermos comprar mais tralha sem sentido.
Eu não ando com nenhum bloquinho de notas, mas sei, por exemplo, que preciso de comprar duas t-shirts, um bom casaco de Inverno, se encontrar, uma boa mala e uns bons jeans. Certinho, certinho serão os jeans e as t-shirts.
Se encontrar alguma exuberância, lá para o final dos saldos, até lhe posso pegar. Gastar muito dinheiro em modinhas passageiras é uma treta. Em menos de nada, não achamos mais piadinha nenhuma à peça e fica para lá largada às traças.
Por isso, não penso, muito sinceramente, comprar mais do que uma peça na Zara. Talvez uma loucura de final de saldos ou algo que seja mesmo uma pechincha.
Dado que vou gastar dinheiro, ao menos aproveito esta época, para comprar bom a preços mais rezoáveis e não vou passar o meu dia a esfoçar os montes de roupa da Zara à espera de encontrar algo com muito bom corte e com classe. Definitivamente, não.
De qualquer maneira, seleccionei estas peças, às quais pretendo dar uma olhadela para ver se valem o investimento.



Adoro estes casacos compridões. Acho super chic. Como tenho uma altura razoável, arriscava-me num para usar com saias lápis ou skinny jeans.


 
 Este blusão é lindíssimo. Infelizmente, não considero que o preço se justifique.


 
Sempre quis um casaquinho de lantejoulas, mas não tenho nenhum. Porque não são muito práticos para o dia-a-dia e são sempre um pouco caros.



 
In Vino Veritas

 
 
In vino muita asneira, digo eu!
Esta ideia de que, com os copos, o pessoal se desboca para a verdade, é uma treta inventada pelos romanos que, para mim, não faz grande sentido. Mentiroso que é mentiroso, até com lobotomia frontal, continua a mentir. Isso é uma arte que não nos assiste a todos e é preciso ser-se mestre. Uma vez perito na manha da mentira, não se lhes apanha tão facilmente o rabo de fora.
No entanto, há uns tontos e umas tontas que, realmente, bebem uns canetos e a coisa dá-se. Abrem-se todos, e dizem muita merdinha que ninguém precisava de saber.
Depois há aquele pessoal que anda com algum caroço entalado há uma porrada de tempo e quando entornam um fino aquilo é fatal. Desembucham e atiram com as suas verdades todas a frio, sem grande gentileza e com alguma crueldade.
Agora não me venham cá com a treta do In Vino Veritas. Que se diz muita caca, diz-se, sim senhor. Que se descosam as verdades profundas e chocantes com uns canecos, é que eu cá não acredito.
 
 
 


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


Molho assim para o vinagrete
 
 
Então cá vai um molhinho detox para ajudar a abater as banhas, como vos prometi!
 
Ingredientes:
 
Azeite (de boa qualidade, por favor!)
Vinagre de frutas (ou de vinho branco)
Alho 
Pimenta vermelha
Pimenta preta
Gengibre
Sementes de sésamo (ou de girassol)
Cebolinho ou salsa
Mostarda
 
 
Então isto é um género de molho vinagrete, mas mais condimentado. Uso em saladas e em massas. Gosto de grelhar beringela e courgette e regar com este molho, acompanhando arroz basmati ou massas.
 
Preparação:
 
Numa tijela juntar uma porção generosa de azeite e 3 colheres de sopa de vinagre. Não sei muito bem qual a medida do azeite, porque vocês fazem a dose que acharem necessária.
De seguida, adicionar 2 colheres de sopa de mostarda, as pimentas, as sementes de sésamo e gengibre ralado. Picar o 1 dente de alho em pedaços muito miudinhos e juntar.
A salsa ou o cebolinho só adicionam quando o molho for para a mesa. Para manter o viço.

 
É uma alternativa ao tradicional azeite para regar as saladas, legumes, peixes e até carnes brancas.
Sabe incrivelmente bem e é tão simples.
 
 
 
 
 
 
 
 

Nota: Fica igualmente bem para temperar fruta em pratos quentes. No ananás e na laranja fica óptimo.